ALTETA EM FOCO - Part 3

Goleiro Rafael Cabral assina com a Sampdoria

Rafael Cabral - Sampdoria

O goleiro brasileiro Rafael Cabral anunciou seu novo clube. Após cinco temporadas no Napoli, o atleta assina contrato com a Samdoria, também da Itália.

Além de Rafael, a equipe também já havia anunciado outro brasileiro, o lateral Júnior Tavares, ex-São Paulo.

Rafael  agradeceu a Deus pelo novo clube:

“Glória a Deus por essa nova oportunidade”, declarou.

West Ham anuncia Felipe Anderson, maior contração do clube

Na Lazio desde de 2013 o brasileiro Felipe Anderson deixa o futebol italiano para atuar na Premier League.

Revelado pelo Santos, o atleta disputou 176 jogos com a camisa da equipe de Roma e marcou  34 gols. Felipe se despediu e se sente orgulhoso de ter jogado na equipe biancoceleste:

È difícil dizer adeus a quem você ama. Queria dizer tantas coisas neste momento, mas nem sei de onde começar. O que sinto pelo povo laziale, por este clube e por essa cidade è indescritível. Mas olha eu aqui, chegou a hora e eu estou muito orgulhoso de tudo isso, foram 5 anos intensos e maravilhosos, eu consigo me lembrar somente das coisas boas. De cada treino e risada com meus companheiros, de cada vitoria, do povo Laziale cantando o meu nome. De cada selfie e de cada “DAJE FELIPETTO”, de Vocês felizes. È isso que eu guardarei no meu coração para sempre. Quanto orgulho eu tenho em falar que vesti esta camisa. Saibam que eu jamais irei esquecer vocês e jamais vou parar de torcer por vocês. Agradeço de todo o meu coração o que vocês fizeram por mim. È difícil deixar tudo isso, mas temos que seguir e estou feliz. Foi bom todo este tempo e nos divertimos juntos. Valeu a pena. VI AMO LAZIALE TI AMO LAZIO”.

Em entrevista ao site do West Ham do clube inglês o meia agradeceu o esforço para contratá-lo e diz estar realizando o sonho:

“O West Ham é um clube de muita tradição. Muitos grandes jogadores atuaram aqui, como Bobby Moore, Carlos Tevez e Di Canio. Estou muito feliz de estar aqui. É um sonho sendo realizado”.

“Quero agradecer ao dono David Sullivan, porque ele fez um grande esforço para me contratar. Sei o quão difícil foi a negociação, então tenho que agradecê-lo muito e espero retribuir sua fé em mim no campo, com gols e vitórias”, declarou.

O dono do clube, David Sullivan, disse que a contração foi um pedido do treinador Manuel Pellegrini:

“Felipe Anderson foi o principal alvo do treinador, então estamos fascinados de conseguir trazê-lo ao clube. Estamos muito contentes com a negociação e espero que os torcedores estejam tão animados quanto nós”.

 

Alisson: “Ser goleiro talvez tenha sido parte do plano de Deus para mim”

Goleiro da seleção fala sobre início da carreira

Em entrevista para o site The Players Tribune o atleta relembrou o início da carreira, a escolha por ser goleiro, as experiências com seu irmão Muriel e muito mais, confira abaixo.

                Esta é para o meu irmão

 

O que vem a seguir resume tudo o que você precisa saber sobre a minha família em uma única, e breve, história.

Copa do Mundo. 1998. Estou com cinco anos de idade. Meu irmão Muriel, 10. Nós estamos assistindo ao jogo da semifinal entre Brasil e Holanda na casa da minha tia, e é claro que há uma festa grande. Minha tia havia preparado toda aquela comida, e tinha bolo e tudo mais.

A partida vai para os pênaltis, e meu pai e meu tio vão à loucura. Eles não conseguem suportar a pressão. Eles mal dão conta de se sentar.

Quando o Taffarel defende o pênalti final, meu pai sai gritando pela sala e pela cozinha, e então ele jogou o bolo na cara.

Ele corre de volta pra sala de estar com bolo espalhado no rosto inteiro, gritando, “Nós vamos pra final, nós vamos pra final”.

Como criança, foi a coisa mais engraçada que eu já tinha visto.

Meu pai era maluco, da melhor maneira possível.

Vinte anos depois, o filho dele está indo pra Copa do Mundo.

E, sendo honesto, sou muito mais parecido com ele do que gostaria de admitir.

Se você já me viu jogar pela Seleção Brasileira ou pela Roma, é possível que me veja com uma presença bastante calma. Mas eu nem sempre fui assim. Na verdade…se alguém mandasse um olheiro para fazer um relatório sobre mim quando criança, suspeito que seria mais ou menos algo do tipo:

Alisson Becker, goleiro, sete anos de idade.

Baixo. Nervoso. Chorão.

Eu sei que não se parece com o perfil de um goleiro da Seleção Brasileira, mas é verdade. Eu percorri uma longa jornada.

Na verdade, na passagem para a adolescência, eu nem era mesmo o melhor goleiro da minha família. Meu irmão Muriel, que é cinco anos mais velho do que eu, também é goleiro, e, cara, ele adorava me provocar. Ele sabia exatamente o que fazer para que eu perdesse a paciência. Eu acho que todos os irmãos mais velhos têm esse talento. Mas, de certa maneira, ele me ajudou a aprender a controlar minhas emoções.

Ele é a pessoa mais importante na minha história.

Foi na verdade por causa dele que eu fui jogar no gol. Algumas pessoas dizem que eu sempre fui obrigado a ser goleiro, e talvez isso também esteja correto. Quer dizer, minha mãe foi goleira no time de handball para o qual ela jogava na escola. Meu bisavô jogou no gol no time amador da minha cidade natal, Novo Hamburgo. E meu pai foi goleiro pela firma para a qual ele trabalhava. Então, talvez tenha sido parte do plano de Deus para mim, sabe?

Quando eu tinha cinco anos de idade, íamos assistir nosso pai jogar, e nós víamos o quanto ele gostava daquilo. Pra ser sincero, ele era um pouco maluco – meu pai mergulhava de cabeça nos pés dos jogadores para pegar a bola. Ele tinha um estilo bastante arrojado, loucão, assim. Nós dois o admirávamos, e o estilo dele é algo que nós dois herdamos. Eu acho que as crianças são assim, né? Você vê o seu pai fazer algo bem feito, e pensa: “Eu quero ser como ele”.

Mas o verdadeiro motivo que me fez jogar no gol foi meu irmão. Eu jogava com os amigos dele, mas, em relação a mim, eles eram todos mais velhos e mais altos. Então, na hora de escolher os times, o guri baixinho acabava indo pro gol. Isso nem era mesmo ponto de discussão, sabe?

Mas estava tudo bem, porque eu gostava de jogar no gol. Na verdade, eu adorava.

É claro, naquela época futebol era apenas uma diversão – mas daí veio a Copa do Mundo de 2002, disputada no Japão e na Coreia do Sul. Meu irmão e eu acordávamos de madrugada e enchíamos a cara de chocolate, sucrilhos e doce de leite… e, claro, nós assistíamos aos jogos. E quando o Brasil ganhou… eu nunca vou me esquecer daquele sentimento. Foi como uma revelação. Pensei, é isso que eu vou fazer. Vou jogar pela Seleção Brasileira, vou pra uma Copa do Mundo…e daí vou ser campeão.

Foi então que eu passei a levar o futebol a sério. Eu ficava no gol sempre que nós jogávamos nas ruas de Novo Hamburgo. Quando nossa família saiu de um apartamento para uma casa, meu irmão e eu jogávamos gol a gol com uma pequena bola de plástico. Nós abríamos as portas da sala e as usávamos como traves. Cara, a gente chamava de carniça. Era muito divertido. Talvez os melhores momentos das nossas vidas.

Nessa época, eu comecei a jogar pelas categorias de base do Internacional de Porto Alegre. É um dos principais clubes do Brasil, então eu claramente estava fazendo algo certo. Mas eu tinha um problema.

Eu ainda era baixinho.

Veja bem, fisicamente, eu amadureci tarde, então todos os goleiros da minha idade naquela época eram mais altos e mais fortes do que eu. Havia esse teste de maturação que ia de 1 a 5, e todos os meus colegas de time alcançavam o estágio 5 – enquanto eu estava no estágio 2. E isso não é bom para um goleiro, certo? É preciso ser alto, é preciso pular alto, é preciso cobrir o gol.

Em outras palavras, ser baixinho não era muito bom.

Então, eu acabei ficando na reserva.

E então o Internacional contratou um outro goleiro, do Palmeiras. E adivinhe só – surpresa, surpresa! Ele era mais alto e mais forte do que eu. Só pensei o seguinte, Ótimo, agora sou a terceira opção. Como é que eu vou jogar pela Seleção Brasileira desse jeito?

Eu tinha sérias dúvidas. Então veio a Copa Nike – uma competição muito importante para os jogadores entre 14 e 15 anos de idade. Quando meu irmão jogou, ele foi escolhido como o melhor goleiro do torneio. Ele tinha o troféu em nossa casa, e eu costumava olhar pra aquilo e dizer, “Cara, eu quero um, também”.

Mas eu nem mesmo joguei esse torneio. E, honestamente, eu estava pensando em arrumar minhas coisas e ir embora. Sabia que todas essas lendas, como Iker Casillas e Gianlugi Buffon, que tinham estreado no time principal aos 17-18 anos de idade… e eu queria ser como eles. Por quanto tempo eu ainda poderia esperar?

Aquilo ia acontecer mesmo comigo? Não era o que estava parecendo

O clube tinha essa dúvida se eu iria começar a crescer ou se eu seria baixinho pra sempre. Acho que a sorte estava ao meu lado, porque eles decidiram esperar por mais um ano, para ver se eu começava a desenvolver.Agora, obviamente, eu não seria capaz de controlar meu próprio crescimento. Mas o que eu poderia fazer era trabalhar na minha parte técnica. E é aqui que meu irmão volta à cena.

Minha técnica foi aprimorada rapidamente. E então uma coisa maravilhosa aconteceu: eu comecei a crescer. Em um ano, passei de 1.70 para 1.87 de altura. Meu nível de maturidade naquele teste foi para o estágio 4. De repente, eu tinha o físico e a técnica. As pessoas começaram a reparar em mim – e mais do que eu mesmo percebia. Um dia, aos 16 anos, eu estava na praia com meus amigos perto da casa dos meus avós. Quando chequei meu telefone, vi que tinha cinco ligações não atendidas do meu avô. Comecei a temer pelo pior.

Pensei, Meu Deus, vai ver que aconteceu alguma coisa com a minha família. Liguei de volta, em pânico, dizendo, “Vô, o que aconteceu?”

“Guri, você tem que voltar pra casa agora”

“Por quê? Alguém se machucou? Alguém morreu?”

“Não, não, não. Você foi convocado para jogar pela Seleção Brasileira sub 17.”.

Eu… Bem, eu não acreditei muito naquilo. Simplesmente não consegui. Meu avô sempre foi um brincalhão, sabe? Mas mesmo assim eu senti que devia correr pra casa e conferir, só pra ter certeza. Então meu tio me ligou. E disse a mesma coisa. “E aí, medonho, o que manda? Parabéns”.

Mas eu ainda não acreditava. Eu achava que eles estavam tirando uma com a minha cara.

Corri 30 minutos da praia até minha casa para que eu então pudesse confirmar no site oficial da CBF…eu entrei na página e lá estava: Alisson Becker. Eu realmente tinha sido convocado.

Jamie McDonald/FIFA via Getty Images

E foi muito engraçado, olhando pra trás, porque alguns outros caras que talvez você possa conhecer também foram convocados nesse dia.

Neymar e Coutinho.

Tudo aconteceu muito rápido depois disso. Em 2013, aos 20, fiz minha estreia no time titular do Internacional, e dois anos mais tarde fiz minha estreia pela Seleção Brasileira principal. Aquele jogo mudou minha vida. Na verdade, às vezes eu paro e penso, Uau, cara, estou aqui. Na Seleção Brasileira. Eu vou para a Copa do Mundo. Isso é um milagre de Deus.

Por tudo o que eu conquistei, eu tenho de agradecer ao meu irmão.

Veja, desde que nós jogávamos na mesma posição pelo mesmo time, as pessoas sempre nos comparavam. Era tipo assim, “O Alisson vai ser melhor do que o Muriel?” Alguns respondiam que sim, outros respondiam que não. Eu mesmo não queria muito me comparar com meu irmão… mas tenho de admitir, ele era como um alvo para ir atrás. Como profissional, eu tinha de me comparar com aqueles que estavam acima de mim, sabe? Eu sempre quis ser melhor do que ele, mas ele também é super competitivo, então, ele nunca quis perder para mim. Daí que nesse período nós treinamos juntos todos os dias – e eu quero reforçar, todos os dias mesmo – e nenhum de nós queria perder para o outro. E deixa eu te contar uma coisa, aquilo era uma grande fonte de motivação para nós. Quando eu estava cansado, ele ia lá e dizia, “vamos lá, mano, vamos fazer treinar mais um pouco”. E eu treinava.

Quando ele estava cansado, eu dizia, “Vamos lá, velho. Olha pra mim, só sou um guri e estou ganhando de você!”

Foi assim desde que nós éramos guris, jogando com uma bola de plástico. É uma competição em que há muito amor envolvido.

Às vezes, é fácil esquecer o quão sortudo eu sou. O que eu definitivamente jamais vou esquecer é quem me ajudou a chegar até aqui. Então, neste mês de Copa do Mundo, eu não vou jogar apenas pelo Brasil… Vou jogar pelo meu irmão, também. E deixa eu te contar uma coisa, todas as vezes que eu coloco a camisa da Seleção Brasileira, penso em todos os treinamentos que fizemos juntos.

Então, se você estiver lendo isso, mano, saiba que cada defesa que eu fizer na Rússia é sua, também. Meu sucesso é o seu sucesso – porque nós somos parte da mesma história. E por isso, eu sempre serei grato.

Fonte: www.theplayerstribune.com / Foto: Sam Robles/The Players’ Tribun

 

Ederson se despede do Flamengo e agradece elenco

Meia não renovou contrato com o Rubro Negro Carioca

O meio campo Ederson anunciou que não ficará no Flamengo e já se despediu dos companheiros. O jogador vai realizar um tratamento para livra-se das dores no joelho esquerdo antes de tomar outra decisão em sua carreira. No time carioca desde de julho de 2015, o atleta disputou 39 partidas e fez quatro gols. Ederson agradeceu o elenco e disse que Deus preparou o seu retorno ao Brasil:

Eu creio que estava em meu destino ter que passar por algumas dificuldades que passei.
Porém Deus, sabedor de todas as coisas, com a sua imensa bondade preparou meu retorno ao Brasil e formou ao meu redor um grupo maravilhoso, de pessoas do bem, de atletas e seres humanos incríveis para que pudessem me ajudar a passar com mais tranquilidade, sabedoria e muita fé por esses momentos difíceis”.

O ex-atleta da Lazio também agradeceu o presente que recebeu, um quadro a camisa 10 do Flamengo:

Muito obrigado rapaziada por essa surpresa, pelo almoço, pelo presente e por todo apoio, carinho e respeito que sempre tiveram por mim. 😃👊👍 Com certeza levarei comigo todos os momentos que passamos juntos, momentos em que estivemos reunidos com nossas famílias, treinos, viagens, concentrações e nos jogos em que entramos em campo juntos para defender e lutar pelas cores rubro-negra como sempre fizemos com muita raça, amor e paixão ! Foi um imenso prazer conhecer e trabalhar com vocês, me sinto honrado e muito feliz de ter feito parte desse grupo! 😃❤🙏🙌
Saibam que estarei sempre na torcida por vocês!!! Grande e forte abraço a todos.

 

Brasil vence México e se classifica para as quartas

Resultado de imagem para brasil x méxico

A seleção brasileira deu mais um importante passo em busca do hepta.

Jogando na cidade de Samara, Rússia, o Brasil fez uma boa partida e mandou os mexicanos para casa. O primeiro gol do jogo saiu após jogada individual de William, o jogador do Chelsea invadiu a área e bateu cruzado, a bola passou por Gabriel Jesus mas não por Neymar, que abriu o placar.

No segundo tempo Tite colocou Fernandinho e o gol da vitória começou em jogada que ele roubou a bola, tocou para Neymar que cruzou para Firmino marcar seu primeiro gol na Copa do Mundo.

Na próxima fase o Brasil vai enfrentar a Bélgica, que venceu o Japão pelo placar de 3 x 2 e se classificou com um gol no último minuto da partida.

O jogo entre Brasil x Bélgica que dará vaga para a semi final será na próxima sexta-feira as 15 horas.